ATUALIZAÇÃO – Incêndios ocorridos até a tarde de 18 de janeiro de 2026, no segundo distrito de Maricá, região de Pindobal, provocaram severa devastação do bioma local, afetando diversas espécies da fauna e da flora, além de causar prejuízos significativos à saúde física e emocional dos moradores. Mensagens e postagens não páram de chegar ao GT Com do Baía Viva, desde 12 de janeiro na restinga da Área de Proteção Ambiental (APA) Estadual de Maricá e no entorno do Monumento Natural da Pedra da Itaocaia, no município de Maricá (RJ). A projeção é de queimadas até a próxima semana.
Apesar de não aparecer na grande Mídia ainda, várias postagens estão mostrando a extensão dos incêndios.
Incêndios esperados, providências não realizadas
O município de Maricá atravessa um momento crítico com a recorrência de queimadas que ameaçam seu patrimônio natural.O cenário de destruição ocorre conforme previsto devido à falta de infraestrutura adequada. O município de Maricá até hoje não dispõe de uma Brigada Florestal equipada para atuar na prevenção e enfrentamento dos constantes focos de incêndios florestais que vem destruindo a restinga, Unidades de Conservação Ambiental municipais e áreas rurais e agrícolas. Essa carência institucional sobrecarrega voluntários e expõe a biodiversidade local ao abandono.
Enquanto isso, a Brigada Florestal Comunitária Tembiguai que foi formada em abril de 2025 pelo Programa PrevFogo do IBAMA não recebeu dos órgãos públicos a doação de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), equipamentos, veículos para que os Brigadistas possam atuar com segurança em ações de prevenção a incêndios e de educação socioambiental junto às escolas e comunidades. A preservação da restinga exige mais do que promessas, demandando investimentos imediatos em equipamentos e pessoal.
“O município de Maricá até hoje não dispõe de uma Brigada Florestal equipada para atuar na prevenção e enfrentamento dos constantes focos de incêndios florestais que vem destruindo a restinga, Unidades de Conservação Ambiental municipais e áreas rurais e agrícolas “, diz a nota do Baía Viva sobre mais esses focos de incêndio.



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