A pesquisa sobre a relação entre a saúde coletiva, saúde ambiental e a justiça climática junto às comunidades pesqueiras da Sub Bacia do Canal do Cunha, coordenada pelo Movimento Baía Viva no contexto do Plano Integrado de Saúde das Favelas do RJ (Fiocruz) chegou à Praia de Ramos onde os pesquisadores foram recebidos na sede da Colônia de Pescadores Z 11, na Praia de Ramos.

Os impactos provocados pelo assoreamento, ausência de saneamento básico, lixo plástico nos manguezais e constantes vazamentos de óleo foram apontados como os principais problemas das comunidades pesqueiras da região.

Os pescadores da Praia de Ramos também estão mobilizados para participar da Barqueata na Ilha do Fundão no dia 21 de setembro de 2024, com concentração e saída dos barcos do Hangar Náutico da UFRJ (Estaleiro Escola da Baía de Guanabara).

Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, foi iniciado em 2020 durante a pandemia do COVID-19 por iniciativa de um conjunto de movimentos sociais e comunidades em articulação com uma rede científica-social, composta por universidades, instituições de pesquisa e associações  científicas(Fiocruz/UFRJ/UERJ/PUCRJ/ABRASCO e SBPC) e apoio da ALERJ.